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Pesadelo Rogério

[27/5 10:03] Junior Passarelli Antunes: Tive o maior pesadelo agora. E como envolve um membro da turma, como estou de folga debaixo do cobertor em casa sem ter o que fazer vou contar para vocês…
[27/5 10:03] Junior Passarelli Antunes: Aguentem…
[27/5 10:06] Junior Passarelli Antunes: Bom… Tudo começa já no meio, como todo sonho que se preza. Ou pesadelo. Nenhum pesadelo começa horrível. Os piores pesadelos te envolvem em situações agradáveis, te fazem acreditar que você está vivenciando mesmo aquilo… que está seguro… Então ele se mostra, em sua pior face…
[27/5 10:11] Junior Passarelli Antunes: Assim sendo, em um dia ensolarado estou eu, minha esposa e filhos apreciando um ótimo churrasco em um sítio de nosso nobre, sorridente e hospitaleiro colega ROGÉRIO… Isto mesmo, o nosso colega ROGÉRIO MARTINELLI. Vulgo Tetinha. Empresário do ramo de comércio exterior.
[27/5 10:15] Junior Passarelli Antunes: Pois bem. Sem motivos maiores, ele nos convidou dentre outros para um churrasco em seu sítio. Um churrasco bem farto! O sítio bem rustico, com o chão de terra socada… mas todos rindo, todos se divertindo. Meus filhos rindo, correndo, brincando. Eu entre amigos, de coração desarmado.
[27/5 10:17] Junior Passarelli Antunes: A churrasqueira mais distante de todos. Rogério está lá com o churrasqueiro, só os dois. Vou até lá conversar com ele e ver se precisa de ajuda em algo…
[27/5 10:20] Junior Passarelli Antunes: Do nada chego lá e começamos a rir de coisas bobas, que nem sei o que são. Minha mãe (!?) está conosco. Nós quatro, Rogério, o churrasqueiro ( seu empregado no sítio), minha mãe e eu.
[27/5 10:23] Junior Passarelli Antunes: Então o empregado sai.vai mais lá para o fundo do sítio buscar algo. O Rogério após alguns segundos vai atrás e eu e minha o acompanhando, conversando e rindo, mas já quase mudando de direção para voltarmos a festa, aos meus filhos que eu via brincando a distância.
[27/5 10:27] Junior Passarelli Antunes: Então vemos o empregado chegando a um lugar de madeira velha, coberto mas sem paredes. Uma espécie de armário de madeira velha com portas de madeira, com várias divisões, cada porta com tamanhos diferentes, mas nenhuma maior que 60 centímetros, eu diria.
[27/5 10:29] Junior Passarelli Antunes: Imaginei ser uma espécie de poleiro. Um lugar onde ficariam presas galinhas poedeiras, na verdade. Imaginei que o empregado pegaria uma galinha a mais para o churrasco.
[27/5 10:31] Junior Passarelli Antunes: Aí vi algumas portas que ele deixou aberta, enquanto manipulava o conteúdo de outra.
[27/5 10:32] Junior Passarelli Antunes: Na porta aberta eu vi, estarrecido, um amontoado de partes de corpos humanos cortados, desfigurados.
[27/5 10:34] Junior Passarelli Antunes: Percebi que a maioria era de torsos femininos. Consegui ver os seios desfigurados de algumas. Mais horrorizado, percebi que TODAS ESTAVAM VIVAS! Se mexendo! Se debatendo em dor e pânico!
[27/5 10:35] Junior Passarelli Antunes: Então entendi tudo! Ele é seu empregado mantinham estas pessoas vivas para seu uso sexual doentio!
[27/5 10:37] Junior Passarelli Antunes: Eu estava presente um monstro que eu desconhecia! Eu e minha Estávamos parados, enquanto ele continuava caminhando em direção ao empregado.
[27/5 10:41] Junior Passarelli Antunes: Minha mãe não tinha ainda percebido os pedaços de corpos. Ela então viu mas não compreendeu em um primeiro momento. Eu desesperadamente tentava dissimular tranquilidade e arrastá – lá dali, na esperança de que eles não tivessem notado que eu testemunhara seu sórdido segredo.
[27/5 10:43] Junior Passarelli Antunes: Tudo que eu pensava era chegar em meus filhos. E esposa. Pegar o carro e fugir dali. E então ir à polícia para acabar com tudo aquilo. Um sentimento de terror, misturado com angústia e revolta.
[27/5 10:45] Junior Passarelli Antunes: Mas enquanto puxava minha pelo braço para sairmos dali, ela entendeu o que via. Apontava e perguntava incrédula: – O que é aquilo? O que é aquilo?
[27/5 10:49] Junior Passarelli Antunes: Olhei novamente e a imagem mental deles abusando sexualmente das pessoas vivas em pedaços, em especial daquele que eu via, um torço feminino, cortado um pouco abaixo do abdômen, sem braços, com um toco de braço um dos lados com pele pendendo, quase sem cabeça, seios desnutridos expostos… Se debatendo. Estarrecedor.
[27/5 10:50] Junior Passarelli Antunes: Puxei bruscamente minha mãe, fazendo cara feia. Dizendo com os olhos: Cale a boca e vamos sair daqui!
[27/5 10:52] Junior Passarelli Antunes: Ela porém sendo para ainda não vislumbrara o risco que corríamos e continuava apontando e perguntando o que era aquilo, comigo quase a arrastando.
[27/5 10:58] Junior Passarelli Antunes: Peguei – a pelos dois braços. A encarei com ódio e disse com veemência, quase sussurrando: – Tem coisas que a gente não pergunta mamãe! A gente não viu nada! Vamos embora! – e franzi os olhos e testa, tentando fazê – lá compreender a crueza da situação, em um legítimo “capisce” italiano facial.
[27/5 11:00] Junior Passarelli Antunes: Ela então entendeu. Começamos a nos mover em direção aos meninos. Vamos conseguir fugir, fala meu coração em esperança.
[27/5 11:01] Junior Passarelli Antunes: Porém sinto um toque no braço. Olho para trás e é vejo o sorriso largo que conhecemos do Rogério.
[27/5 11:01] Junior Passarelli Antunes: – Agora eu vou ter que te comer Junior!
[27/5 11:03] Junior Passarelli Antunes: Ele diz isso em tom de brincadeira como sempre soou desde os tempos de faculdade. Com aquele sorriso largo e aberto, voz anasalada.
[27/5 11:04] Junior Passarelli Antunes: Eu ainda tentando dissimular, sorrindo sem conter o medo em minha voz: – Conversa besta Rogério! – Sorriso dissimulado no canto da boca.
[27/5 11:05] Junior Passarelli Antunes: – Eu vou ter que comer, você sabe! Sinto muito mas não tem outro jeito.
[27/5 11:06] Junior Passarelli Antunes: Olho procurando minha mãe. O empregado está com ela, a prendendo pelo braço, um pouco mais distante.
[27/5 11:09] Junior Passarelli Antunes: Quando volto o olhar, o Rogério está segurando meu braço. Escondido em sua mão direita consigo ver a ponta de uma agulha, que ele tenta enfiar na palma de minha mão. Ele ainda comenta enquanto enfia a agulha:
[27/5 11:11] Junior Passarelli Antunes: – Tinha bastante carne hoje no churrasco né? – Diz isso ironicamente, sempre com o agora odioso sorriso largo.
[27/5 11:12] Junior Passarelli Antunes: Então eu entendo. Além de objeto sexual, ou após enjoar ou pela morte natural destas pobres pessoas, ele as utilizava para se alimentar! ELE NOS SERVIA CHURRASCO DELAS!
[27/5 11:13] Junior Passarelli Antunes: Pensei em meus filhos comendo a carne. Nunca eu contaria isso a eles.
[27/5 11:16] Junior Passarelli Antunes: Senti a pontada da agulha na palma da mão. Entrei em combate corporal com ele. Tentei gritar para minha mãe correr, mas só a vi se debatendo com o empregado que tentava inocular nela o conteúdo de sua seringa.
[27/5 11:19] Junior Passarelli Antunes: Imaginei ser veneno. Depois um clarão em minha mente ecoou: Tranquilizante. Ele vai fazer a mesma coisa comigo como fez com os outros. Já não ligava mais para mim. Lutava com todas minhas forças e gritei para ele: – Deixe meus filhos em paz!
[27/5 11:21] Junior Passarelli Antunes: Mas ele não deixaria. Estávamos todos ali condenados. Não era de coração o intuito dele. Realmente queria somente comemorar com os amigos. Mas agora não tinha jeito.
[27/5 11:22] Junior Passarelli Antunes: Meu corpo enfraqueceu. Andei um pouco para trás e cai sobre meus joelhos. Vi minha caída aos pés do empregado, que se dirigia até mim.
[27/5 11:24] Junior Passarelli Antunes: Mas eu sabia que o Rogério tinha injetado muito pouco tranquilizante durante nossa luta corporal. Eu estava em grande parte dissimulando fraqueza.
[27/5 11:26] Junior Passarelli Antunes: O empregado chegava cada vez mais perto com outra seringa na mão para dar o arremate. E eu só pensava na frase de duplo sentido do Rogério: – Eu vou te comer!
[27/5 11:28] Junior Passarelli Antunes: Aterrorizado pelas atrocidades que eu e minha família passaríamos, juntei todas minhas forças e quando o empregado ia me aplicar a dose final do tranquilizante, saltei sobre ele. Comecei uma luta homérica.
[27/5 11:33] Junior Passarelli Antunes: Ele era muito grande, forte, truculento como todo trabalhador braçal. Tudo que eu tentava era evitar a agulha em meu corpo e tomar dele a seringa. O Rogério apenas observava a luta, crente que eu estava liquidado. Estávamos na entrada do sítio, onde uma abertura nos arames por meio de palanques dava acesso a estrada principal de terra, longe de tudo.
[27/5 11:36] Junior Passarelli Antunes: Com com golpe certeiro no braço do empregado consegui tirar dele a seringa! Em continuação a luta corporal consegui injetar nele um pouco do líquido no braço preso. Então consegui injetar mais um pouco na perna e depois na barriga. Ele começou a afrouxar seu braço que me segurava e a desfalecer.
[27/5 11:38] Junior Passarelli Antunes: Sinto uma satisfação no coração. Mas dura segundos, pois sinto o golpe e o grito demoníaco do Rogério me atacando com sua seringa cheia. Estou fraco, cansado e ainda sob efeito de parte do tranquilizante inocuado.
[27/5 11:39] Junior Passarelli Antunes: As pernas pesadas. Lento.
[27/5 11:39] Junior Passarelli Antunes: Com minha seringa vazia.
[27/5 11:42] Junior Passarelli Antunes: Nova luta corporal, tentando segurar a mão de Rogério. Caio, vou ao chão prensado entre o Rogério me atacando e o corpo desfalecido do empregado. Sinto mais algumas pontadas em meu corpo. Abdômen, entrebraço. Tomara que somente a agulha, sem ter injetado nada.
[27/5 11:43] Junior Passarelli Antunes: Quase sem forças, quase me entregando a exaustão, sinto uma picada nas costas. Uma outra seringa.
[27/5 11:47] Junior Passarelli Antunes: Esta presa à cintura do empregado, sob mim. Consigo alcançá – lá! Então em um rompante parto para cima do Rogério! Consigo aplicar uma dose pequena em sua barriga! Deles outra pequena dose no braço! Ele se contorse de dor.
[27/5 11:48] Junior Passarelli Antunes: Consigo então finalmente enfiar com toda força a agulha em seu crânio! Afundo a agulha até sua base e injeto com ódio todo o conteúdo da seringa.
[27/5 11:50] Junior Passarelli Antunes: Me afasto um pouco e o vejo se debater. Sua boca começa a espumar. Seu corpo começa a secar, ficar cadavérico e putrefato, como uma múmia. Ao seu lado o mesmo acontece com o empregado.
[27/5 11:51] Junior Passarelli Antunes: Ele balbucia com a boca espumante: Adrenalina! Adrenalina!
[27/5 11:52] Junior Passarelli Antunes: Sabe que é a única coisa que pode salvá – lo.
[27/5 11:53] Junior Passarelli Antunes: Eu começo a me preparar para correr para conseguir a Adrenalina para ele. Porém o terror da cena me congela ao chão.
[27/5 11:54] Junior Passarelli Antunes: Ele secando como uma múmia. Sua cabeça secando e aumentando de tamanho. Ele agonizando.
[27/5 11:55] Junior Passarelli Antunes: Os olhos esbugalhados e entrando na cabeça que continua crescendo. Um som horrível!
[27/5 11:56] Junior Passarelli Antunes: Terror intenso ver aquilo!
[27/5 11:57] Junior Passarelli Antunes: E então… sua cabeça podre, só pele seca amarronzada… explode!
[27/5 11:57] Junior Passarelli Antunes: E eu acordo todo assustado. Minha perna esquerda doendo, bem onde tomei uma agulhada…
[27/5 11:58] Junior Passarelli Antunes: E fim. Eu espero. Éca!
[27/5 12:01] Junior Passarelli Antunes: Resumindo. Isso é o resultado de encontrar o Rogério no clube… ficar vendo cenas de evil dead… livros de Stephen King e comer uma pizza sozinho com um litro de Coca cola

Churrasco OBlístico

Este eu tirei no shopping Pantanal, em Cuiabândia, fim de semana.
Me pergunto: para que a cordinha na Sarxixa?
Seria uma Sarxixa com múltiplas funções? Um dispositivo de segurança para quando de usos não alimentícios?
Ou um OB mais, digamos, prazeiroso?
Não sei, mas que polishop anda pegando pesado nas mensagens quase subliminares para vender O George Foreman, está…